sexta-feira, 5 de julho de 2013

Já disse, não quero título. Por que insistes?

          Sem título! Apenas, estrutura. Não, não quero nome. Quero um corpo. Tá bom, razão aqui também não entra, só quero emoção. Ah, sem roupa, por favor. Quero nudez. Quero alma. Quero pureza e ingenuidade. Quero sabedoria. Quero uma não-definição. Quero o Nada. Quero também a luz do dia. Quero a escuridão iluminada por estrelas, por planetas que refletem a luz do sol, pela própria lua. Quero voar mentalmente. Quero criar.  Quero saber que tudo é possível. Não quero compreender o mundo, quero ir à busca da compreensão e nunca entendê-lo. Quero erros, muitos, muitos erros. Quero expressões, gestos, sorrisos, olhos perversos, rostos controversos, olhares perplexos; mistérios.

        
           - Ah... Cadê meu chá? Minha aleatoriedade precisa de uma companhia.

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