quinta-feira, 24 de junho de 2010
Não precisa entender.
Havia um homen aparentemente estranho e com uma dor imensa dentro de si. Sua face era pálida e acizentada, gerando discórdia e desgaste de sofrimento , algo em seus ólhos demonstravam otimismo. Apesar de ser uma pessoa triste, de ser machucado de mais, ele só queria desmonstrar o que queria dizer , berrar, ele nao conseguia, ninguém o ouvia, ninguém. Ele sentia angústia, uma bola de tristeza se aumentava a cada minuto, ele não aguentava mais aquilo, nao aguentava mais ser judiado, ter a vida que tinha, de ser ínvisivel, então ele resolveu correr atrás de respostas, tentar fazer com que ouvissem, pois sua única base, era seus olhos otimistas. Correu o mais rápido que pôde e avistou vários humanos, e pra cada um ele fez a mesma pergunta: - O que a vida tem feito para vocês? E o que resta a si sobre a mesma? Todos o ouviram repensaram, mas nao sentiram necessidade de responder uma pergunta tao ingênua e ate riram por ser uma pergunta que aparenta ser tao óbvia, mas talvez por dentro ninguém soubesse responder claramente, isso talvez tenha dado de certo modo forças para o estranho homen, que se sentiu de fato mais confortável, por nao ser a pessoa mais sofrida, enxergou no olhar de cada um, a resposta, apenas no olhar, e talvez ele seja o mais feliz por se mostrar fraco e triste e nao pretender esconder e querer se achar melhor que alguém, com isso restou o otimismo, e algo se submeteu a crescer dentro de si, se tranformando em algo comum, nada de imagem, nada de máscara feliz, ele demonstrava o que sentia, talvez nao seja algo aceitável pela sociedade demonstrar o que sente. Mesmo o velho homen estando no vazio e sozinho era feliz, ou pelo menos se comparando a nós ele era, apenas se arrependeu de procurar as respostas e de tentar berrar suas necessidades, ele cansou, pois sentiu na pele o desgosto e a carencia humana pelos sentimentos esnobes que todos tem, isso o feriu, feriu na pele, não na alma, pois ele encontrou o sentido da vida pra ele, o vazio e a sua mente, isso restou, mais nada.
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