E tudo é sempre exagerado, paixões fugazes exageradas, dicussões exageradas, felicidades ou tristezas exageradas, ninguém nunca pensou que o exagero poderia ser tão, mais tão desgastante? Na qual corrói seu sentimento, vai destruindo pouco á pouco, vai abandonando, pois o sentimento chegou ao seu ápice, seu limite, e agora é sua hora de despencar sem freio, é algo triste, comovente no final. Talvez a simplicidade deveria ser mais valorizada, deixando os exageros superficiais ou ilusórios de lado, dando mais sentido e alongando seus sentimentos, expandindo-as e aproveitando. Esqueça definitivamente do equívoco da ansiedade, pois ela a levará somente a um caminho, o vazio.
No meu caso, vamos la, levante do sofá, não deixe a preguiça te manipular, não deixa ela acabar com você, nem seus sentimentos serem visto destroçados em suas mãos porcausa do exagero de pensar neles, não desista deles, apenas absorva, e deixer fluir, não deixe ela sair pela sua boca e se derramar diante de seus olhos, serem derrotados, acabados e destroçados, como algo inútil, trabalhoso e sem valor. Aguente firme e seja simples, porque
seguindo a simplicidade algo inesperado acontece, sem você esperar, se conformando com os erros e os acertos, fica tudo mais fácil, mais fácil dentro do complicado, deixando assim a palavra complicada inútil e fácil de se levar, simples.
sábado, 27 de novembro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
Devaneios de um banco dilapidado.
Um velho homem, sentado em um banco acizentado,em uma praça descolorida, sem verde, apenas árvores mal cuidadas e lixo para tudo quanto é lado. Sem se importar ao ambiente, distraído com seus pensamentos que se movem como um vento incansável balançando cada folha de árvore, ele prestava mais atenção ao timbre dos pássaros, de qual tanta leveza ostentava, pareciam que gorjeavam a sua liberdade. Ouvia o sopro do vento batendo em seu corpo, ouvia tudo mais claramente, mesmo sendo pobre de riqueza, era rico de otimismo, não ligava para os bens materias, ignorava as futilidades, achava que ser popular e ser reconhecido, é ser tomado por imagens de ilusões quebradas que se movem como milhões de olhos,na qual cegam seus objetivos, com toda sua solidão, com toda sua falta de amor familiar, se sentia seguro, seguindo apenas seu coração.
Sem se importar com o que vão pensar, ficava na praça durante horas apenas observando, não que isso significasse o desgaste de sua vida, na qual perdia seu tempo ali parado, pois era o que fazia feliz, o ocupava de uma forma diferente. Pois sem rumo, sem destino, seguindo apenas por surpresas involuntárias. Na qual observando, suas emoções desapareciam, e faziam o pensar que nada é ímpossivel. E com toda sua arte, sua sabedoria,sua forma de escrever inteligente, seu modo de enxergar a vida, guardava tudo isso pra si, achava perda de tempo divulgar tudo isso, pois a humanidade ta ai para tirar seu foco, pois tudo o que ele menos gostaria no momento era as influências. E seus olhos bons só o gratificavam, passava e repassava o olhar sinuosamente, observando cada movimento, e em vez de dilapidar seu tempo, alimentou sua alma, via imagens mais belas que nunca, sendo contrário a humanidade, na qual a importância é fama e dinheiro, usando apenas a simplicidade, como uma forma de dar sentido a sua vida, sem atingir consequências inseguras, pois passando a maior parte sozinho esse velho homen nao se pregou as manipulações humanas, vivia do seu jeito, via do seu modo, na qual resultou que observar, um gesto tão singelo o trouxe mais paz, e que todo dinheiro e todos os pensamentos clichês e desnecessários que nos cegam sao apenas devaneios de uma ilusão suicida, só isso.
Sem se importar com o que vão pensar, ficava na praça durante horas apenas observando, não que isso significasse o desgaste de sua vida, na qual perdia seu tempo ali parado, pois era o que fazia feliz, o ocupava de uma forma diferente. Pois sem rumo, sem destino, seguindo apenas por surpresas involuntárias. Na qual observando, suas emoções desapareciam, e faziam o pensar que nada é ímpossivel. E com toda sua arte, sua sabedoria,sua forma de escrever inteligente, seu modo de enxergar a vida, guardava tudo isso pra si, achava perda de tempo divulgar tudo isso, pois a humanidade ta ai para tirar seu foco, pois tudo o que ele menos gostaria no momento era as influências. E seus olhos bons só o gratificavam, passava e repassava o olhar sinuosamente, observando cada movimento, e em vez de dilapidar seu tempo, alimentou sua alma, via imagens mais belas que nunca, sendo contrário a humanidade, na qual a importância é fama e dinheiro, usando apenas a simplicidade, como uma forma de dar sentido a sua vida, sem atingir consequências inseguras, pois passando a maior parte sozinho esse velho homen nao se pregou as manipulações humanas, vivia do seu jeito, via do seu modo, na qual resultou que observar, um gesto tão singelo o trouxe mais paz, e que todo dinheiro e todos os pensamentos clichês e desnecessários que nos cegam sao apenas devaneios de uma ilusão suicida, só isso.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Sentimentalismo, no lixo.
Seu olhar, tão penetrante manipulando o meu, gerando ilusões sem fatos. Seu rosto sem expressões, sua frieza soberba agravada sendo desnecessária e irritante, com seu sentimento implícito e misterioso na qual minha curiosidade se atissou. Sendo garantido apenas pela imagem, sem conteúdo, sem sociabilidade, mente conturbada, manipulada sem parar. Digo apenas, cadê seus sentidos? Respondo eu, vivem por trás da máscara, por trás de todo esse ferro sórdido e insolente que criasse, se deixou ser mais um fantoche, deixou suas palavras verdadeiras para trás, achou que enganar seria mais fácil, achou que palavras nao geravam consequências, seu sorriso de aceitação, meio irônica por sinal, deixando tudo subteendido, tudo pra trás, me fizeram desacreditar na vida afetiva, não que tenha me influenciado ou modificado a minha vida, mas a mente humana é algo tao doloroso e danoso, que não acredito em mais nada, pra mim sempre terá um final clichê sem amor e com olheiras profundas de lágrimas sem rumo. Isso basta, é uma rotina humana, insignificante e dolosa, uma balbúrdia explicita, com o simples propósito de fazer sofrermos no final.
Talvez a palavra só, será a unica que restará em meu contexto, por livre merecimento, e dando ênfase, é.
Talvez a palavra só, será a unica que restará em meu contexto, por livre merecimento, e dando ênfase, é.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Nada é ímpossivel.
Não aguento mais, meus problemas se acumulam em minha mente, quero fugir disso tudo, resolvo sair porta a fora, ao longo do caminho avisto máscaras felizes de pessoas sofridas, discussões nas casas, berros infelizes e intrigantes, observo calmamente esperando algo novo acontecer, algum gesto explicito se apresentar, fecho os olhos esperando algo inovador, milhões de coisas aparecem em minha mente, soluções ou até milagres, abro meus olhos, vejo tudo igual, nada muda, minha decepção engrandece, é impossivel mudar alguma coisa, estou pessimista de mais, caminho sabendo que nao tem nenhum sentido, nada tem sentido, sem objetivos finais, sem soluções, me deito, olho pro céu sinuosamente, derepente algo acontece, enxergo no céu uma lua e estrelas, parece algo tao comum, nada de importante, mas me surpreendi, minhas emoções desapareceram, meus olhos se encheram de esperança, não estou esperando mais nada, quero apenas observar, nada acontece, mas parece que além do meu conhecimento algo muda, talvez olhando pro céu, consegui enxergar, mas enxergar além do que vejo, agora sinto que nada, nada mais é ímpossivel.
domingo, 18 de julho de 2010
Tarde demais
Joana, talvez nem seja esse o nome dela, mas a história é.
Pessoa normal aos olhos de quem nao a conhece como eu a conheço, aparenta sempre estar contente com tudo, fazia brincadeiras, vivia sorrindo por fora, mas quem vive sorrindo é palhaço. Joana teve uma vida complicada sua familia nao dava o minimo de atenção seus amigos eram falsos, encontrou conforto nos meninos. Se achava bonita ao beijar um menino e vê-lo caído aos seus pés, foi se desvalorizando e ridicularizando cada vez mais com isso. Mas em certa etapa da vida ela conhece um cara com o qual, ela agiu de uma forma que já nao era de surpreender a muitos, e depois o que todos duvidaram é que ela realmente sentiu amor por esse cara, ele a fez mudar completamente, fez abrir os olhos e ver o quão ridicula era, ela ficou destruida ao ver que alguém que realmente se importava com ela ficar infeliz por vê-la de um jeito diferente que a imaginava, Joana era um monstro e ninguém a avisou, quer dizer, até avisou, mas ela mudando ou nao agora nao faria diferença, sua reputação estava feita. A vergonha e o ódio tomaram conta de Joana, ela fez de tudo para que nao perdesse o cara que a fez viver denovo ela o considerava seu anjo, seu amor. Foi em vão. Ele desiste de tudo, nao por nao gostar, mas por nao ter condições de sofrer por ela, gostava de Joana, mas gostava primeiro de si. Joana entao encontra a ultima e talvez unica solução para toda a sua infelicidade, ela considerou ser o fim de tudo ou um novo começo. Joana, com facilidade por nao ter um pingo de amor próprio e o unico que sentia que era especial e que lhe daria felicidade a abandonou, se matou sem medo algum mas de uma forma estranha parecia dormir, tranquila, pálida e fria como nunca. Ela havia comentado algumas vezes com quem a rodeava que iria cometer tal ato, mas como sempre nunca ninguém deu bola, acharam brincadeira. E as brincadeiras que ela fazia ficaram na lembrança dos poucos que no fundo sentirão a falta dela. E seu amor? Ela agora cuida dele, queria retribuir tudo que ele fez por ela. Talvez ele saiba e goste de ser cuidado por Joana de um jeito diferente, talvez ele nem note, mas a verdade é que em momento algum, deixou de ser amor o que um sentia pelo outro.
Elisa.
Pessoa normal aos olhos de quem nao a conhece como eu a conheço, aparenta sempre estar contente com tudo, fazia brincadeiras, vivia sorrindo por fora, mas quem vive sorrindo é palhaço. Joana teve uma vida complicada sua familia nao dava o minimo de atenção seus amigos eram falsos, encontrou conforto nos meninos. Se achava bonita ao beijar um menino e vê-lo caído aos seus pés, foi se desvalorizando e ridicularizando cada vez mais com isso. Mas em certa etapa da vida ela conhece um cara com o qual, ela agiu de uma forma que já nao era de surpreender a muitos, e depois o que todos duvidaram é que ela realmente sentiu amor por esse cara, ele a fez mudar completamente, fez abrir os olhos e ver o quão ridicula era, ela ficou destruida ao ver que alguém que realmente se importava com ela ficar infeliz por vê-la de um jeito diferente que a imaginava, Joana era um monstro e ninguém a avisou, quer dizer, até avisou, mas ela mudando ou nao agora nao faria diferença, sua reputação estava feita. A vergonha e o ódio tomaram conta de Joana, ela fez de tudo para que nao perdesse o cara que a fez viver denovo ela o considerava seu anjo, seu amor. Foi em vão. Ele desiste de tudo, nao por nao gostar, mas por nao ter condições de sofrer por ela, gostava de Joana, mas gostava primeiro de si. Joana entao encontra a ultima e talvez unica solução para toda a sua infelicidade, ela considerou ser o fim de tudo ou um novo começo. Joana, com facilidade por nao ter um pingo de amor próprio e o unico que sentia que era especial e que lhe daria felicidade a abandonou, se matou sem medo algum mas de uma forma estranha parecia dormir, tranquila, pálida e fria como nunca. Ela havia comentado algumas vezes com quem a rodeava que iria cometer tal ato, mas como sempre nunca ninguém deu bola, acharam brincadeira. E as brincadeiras que ela fazia ficaram na lembrança dos poucos que no fundo sentirão a falta dela. E seu amor? Ela agora cuida dele, queria retribuir tudo que ele fez por ela. Talvez ele saiba e goste de ser cuidado por Joana de um jeito diferente, talvez ele nem note, mas a verdade é que em momento algum, deixou de ser amor o que um sentia pelo outro.
Elisa.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Recôndito.
Caminho sem rumo em uma linda noite escura, meus olhos brilham esperando alguma surpresa involuntaria. Ouço cada sopro do vento batendo em meu corpo, ouço tudo mais claramente, minha mente nao pensa em mais nada, além do nada. Observo cada folha de árvore, sinto aquela folha me observando indelicadamente, olho pro céu, uma estrela me chama uma rara atenção, sinto algo duvidoso nessa estrela, um mistério talvez, me pergunto porque estrela? Porque sempre algo tao clichê? Porque nao um desenho amigável, ou sei la pra me chamar atenção, sinto uma ligação mútua explicita, querendo se aproximar, talvez eu queresse desvendar o mistério, talvez seja uma ilusão, uma ilusão metafórica querendo me preocupar, pelos simples prazer de matar meus neurônios, ou não.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Mente humana, suicida.
As vezes me sinto tão distante de tudo, sinto tudo desabar perto de mim, me sinto sozinha em um terrivel sentimento de empatia. Fecho meus ólhos, tento me enxergar, formular minha vida em outra história, tento imaginar como eu era antes e como deveria ser no hoje, mas nao sei mais quem sou, meus pensamentos passados, minha ingenuidade, nao lembro mais, eu tento, mas a escuridão me da medo, meus ólhos nao se fecham mais, a minha nostalgia anda desaparecendo, isso me deprime. As lembranças estao sumindo, eu preciso do passado, gostaria que tudo voltasse a ser como antes, não completamente, mas enfim, preciso das meras caracteristicas marcantes de antes, é muito dificil dizer que nao consigo mais me ver, nem explicar que meu corpo está ficando sórdido, que virei social, me acustumei ao ambiente, sei interagir, sei manipular, virei um humano, um verdadeiro humano, afinal. Mas e agora? Bem, agora vamos aos lucros, sou soberano, sou comum, sei lidar com tudo, tenho liberdade ou nao de expressão, tenho lábia, quero ficar por cima, quero ter a minha vida, quero me dar bem as suas custas, sei do poder da minha mente posso usa-las para me gratificar e parecer ser feliz, é sempre assim, sei que posso te enganar sem você perceber, posso ferir profundamente seu psicológico, posso errar sempre, afinal errar é humano, e logo após as consequências finais tudo ficará no passado e terei a ilusao de uma vida saudável, tirando a consciência que continua me constrangendo, mas nao ligo pois me dei bem.
bem, afim de matar todas as minhas ironias, nao devo suportá-las.
bem, afim de matar todas as minhas ironias, nao devo suportá-las.
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